quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

“ Felicidade “, eu não preciso!

Por favor, quero distância dessa “ felicidade “ propagada em comerciais de margarina. Não me ofereça o que eu não quero viver.
Algo limitado, sem senso crítico, sem revolta, impregnado por uma mediocridade asquerosa.
“ Felicidade “ assim me levaria ao suicídio intelectual. Sinto náuseas.......ahhhhhhhhh.
A felicidade que eu quero, encontra-se na subjetividade, não tem nada a ver com essa padronização marqueteira.
Eu não quero “ felicidade “, ok? Prefiro a inquietude, a subversão, a aceleração e a criatividade encontrada na infelicidade ( se assim deseja chamar).