O Festival Internacional de Linguagem Eletrônica propõe a junção entre arte e tecnologia. A exposição possibilita a interação com a obra, o que leva o visitante a uma maior identificação e compreensão do que vê e sente. Um bom exemplo disso é a proposta da taiwanesa Wei–Chieh Tseng com sua peça “ Mood Tail”, na qual é possível que os usuários expressem algumas de suas emoções através de uma cauda robótica , assim como os cães fazem ao demonstrar contentamento ou tristeza. Já a brasileira Raquel Kogan monta uma biblioteca onde os livros que lá estão, são para se ouvir e não para ler. Em uma sala escura é possível ouvir, ao abrir o primeiro livro da estante, a voz vibrante e comovente do ator e diretor Antônio Abujamra ao declamar o poema Tabacaria /Fernando Pessoa (Álvaro de Campos ).
A possibilidade de tocar um tecido de diversas maneiras e a partir dessa ação provocar uma série de estímulos sonoros é a proposta dos artistas Myrto Karanika & Jeremy Keenan com a peça “Strings”.
Essa aproximação com o nosso cotidiano torna a arte mais acessível e faz do File uma grande brincadeira envolvendo os sentidos.
O RELÓGIO FAZ TIC TAC! O TEMPO URGE!
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