
O primeiro contato com as obras de Andy Warhol me causou um enorme impacto. A maneira como o artista utilizava a mídia de qualquer ordem para cultuar e ao mesmo tempo criticar a sociedade de consumo é corajosa e próxima.
Corajosa, no sentido de não haver pudor, nem constrangimento na exaltação do belo, do popular, do lixo, do mórbido, da violência e até mesmo de sua própria imagem e valores. Próxima, porque retrata o que me é comum e familiar.
O narcisismo presente, o amor pelo dinheiro e pela “América” É escandaloso. E apesar de tudo isso parecer assustador e “politicamente incorreto”, a identifição que senti com esse universo foi imensa e desnorteante.
Ahhh parabéns pelo blog, ficou bem legal.
ResponderExcluirAdmiro sua coragem, eu mesmo ainda não tive mas caso queira ler um pouco de lorotas.. lá vai twitter: @mackcardozo
hahaha....é vc, Marcelo?! Valeu pelos comentários. Pode deixar, vou ler sim.
ResponderExcluir