sexta-feira, 7 de maio de 2010

Mr. America



O primeiro contato com as obras de Andy Warhol me causou um enorme impacto. A maneira como o artista utilizava a mídia de qualquer ordem para cultuar e ao mesmo tempo criticar a sociedade de consumo é corajosa e próxima.
Corajosa, no sentido de não haver pudor, nem constrangimento na exaltação do belo, do popular, do lixo, do mórbido, da violência e até mesmo de sua própria imagem e valores. Próxima, porque retrata o que me é comum e familiar.
O narcisismo presente, o amor pelo dinheiro e pela “América” É escandaloso. E apesar de tudo isso parecer assustador e “politicamente incorreto”, a identifição que senti com esse universo foi imensa e desnorteante.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Nada

Gritar? Não posso.Estou engasgada.
Vontade de rir e chorar. O que fica? Apenas a incompreensão ou a ilusão de que há algo por trás disso. Bobagem...O que foi dito, foi dito, ou melhor, escrito. Ah, por favor, quem liga para isso? Eu? Acho que não. Afinal, a compreensão fora de mim não me serve de nada. A causa? Ah, essa será identificada como: Nada.
Nada mesmo, nadinha, vazio.
Fantasia? Imaginação? Manipulação do real? Provável. No entanto, achei que fosse compartilhado. Pois bem, achei errado. Esse filme foi feito para mim: “Patrícia no País das Fantasias”. Ah, menina mais boba. Vê se apreende?! Será que não consegue se conter? Isso cansa.

Acontece!

Tranqüila, Pati. Logo passa!

Passa mesmo.

Já passou